Limpezas...

Após a conquista, a fase mais difícil da tomada de um local é torná-lo limpo. Neste caso em particular, o trabalho que há pela frente é muito, especialmente tendo em conta  frio que está. O céu azul e perfeitamente limpo é enganador e as temperaturas têm estado pouco agradáveis.


 


O castelo é imenso e foi deixado num estado lastimável. Há barricadas por todos os lados e marcas de fogueiras em cada canto. O lixo é muito e encontra-se espalhado por todo o lado. O cheiro é por isso nauseabundo. Além disso, quando perceberam que tudo estava perdido, os anteriores ocupantes trataram de vandalizar quase todas as salas do castelo, inviabilizando a utilização das mesmas. Cadeiras destruídas, mesas transformadas em carvão, tapetes destruídos, janelas arrancadas e armas amolgadas, são os despojos que restam, que pouca ou nenhuma utilizada têm agora.


 


As cozinhas são um mar de cacos, com todas as peças de barro destruídas. Tachos e panelas encontram-se tão encardidos, que dificilmente se conseguirão recuperar. Os poucos produtos que restam foram maldosamente espalhados pelo chão e espezinhados.


 


Carpinteiros, pedreiros, ferreiros e latoeiros, costureiras e tantos outros trabalhadores serão necessários para ajudar nos trabalhos de reparação e requalificação do castelo. O Inverno será rigoroso, mas haverá trabalho para muitos, o que nos tempos que correm, é coisa boa de se ter.


 


 


 


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