A cria | The cub

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Os últimos raios de sol do dia são aproveitados para uma última refeição. A noite é de vigília, já que muitas vezes os predadores aproveitam as horas de descanso das presas para atacarem. E com uma cria, são necessários todos os cuidados. E esta pequena cria já sobreviveu a dois ataques: um leão já velhote que, já fraco, não quis sofrer mais consequências e que, depois de ter levado alguns coices da progenitora, lá se retirou derrotado; e de duas hienas que se juntaram e que obrigaram a que o resto da manada ajudasse na defesa da cria. Foi por pouco, e a cria ostenta ainda as marcas dos dentes de uma das hienas no dorso. Por isso, assim que o sol começa a abandonar a savana, a pequena cria já não sai de perto da sua mãe.


 


The last rays of sunligth are for enjoying the last meal of the day. The nigth is for vigilance, as many predators try to take advantage of the prey resting hours to attack. And with a cub, all attention and care are needed. This little cub had already survived two attacks: one from an old weak lion that ran away defeated after getting a couple of mother’s powerful kicks; and other from two evil hienas that came together and forced the rest of the hurd to defend the cub. That one was close, and the cub still displays the wound from hienas teeth in it’s back. So, as the day light fades away, the cub stay close to mother, never leaving far from her, at least until the sun rise again.

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